01 outubro 2013
chilique por comida e um orgulho
Hoje tivemos um belo embate no café da manhã porque meu estoque de passas havia acabado e a criança não entendeu como isso era possível! Ofereci granola e tapioca de banana sem sucesso.
Conseguimos negociar um mingau de aveia com canela (sem açúcar, claro).
Por isso, hoje vou almoçar num vegetariano que eu adoro, só porque fica perto da loja que vende frutas frescas a granel para abastecer a despensa.
E ainda tem gente que diz que ele não é feliz. Posso com isso?
08 agosto 2013
Por quê?
Estou adorando essa vontade de entender o mundo, é muita curiosidade para um ser tão pequeno.
As perguntas são as mais diversas e quando você menos se espera, vem uma bomba:
- Por que saci só tem uma perna?
- Por que você chora?
- Por que a vovó Angélica já morreu?
- Por onde o bebê sai da barriga?
- Por que o Ilan tem duas mamães?
Só nos resta responder com mais clareza e objetividade possível e esperar pelo diálogo interessantíssimo que se segue.
30 julho 2013
15 maio 2013
15 de maio de 2013
Há 3 anos o Gabriel nasceu, exatamente no dia do meu aniversário. Desde então, óbvio, o dia do MEU aniversário ganhou outro sentido. Não é mais o meu aniversário, é o aniversário DELE.
Este ano está mais especial. É a primeira vez que ele se dá conta do que está acontecendo, está contando os dias pra chegar o dia do aniversário e, pela primeira vez nos pediu uma festa.
Hoje vamos fazer uma festa surpresa para o pequeno. Ele nem imagina o que vai acontecer e eu estou muito ansiosa para ver a reação dele.
A "festa oficial" é na escola na semana que vem e ele continua contando os dias para chegar o dia da festa.
Mais especial ainda, hoje completo também 12 semanas da segunda gravidez e agora essa informação é pública!
Vamos celebrar todo esse amor junto!
20 julho 2012
Sugestões de Nomes
21 junho 2012
Sei que agora ele fala tudo, inclusive palavras bem difíceis. E foi de uma hora para outra. Em fevereiro, quando saímos de férias pro meio do sertão pernambucano, ele quase não falava... era um mãm, babu (pai), bobó... Lá, durante as férias, ele disse a primeira frase "atê bobó?" e de lá pra cá não parou mais.
Frases e mais frases, músicas e histórias inteiras, ele fala tudo. Alguns sons não saem ainda. C, G e J. E isso faz as palavras ficarem muito engraçadas: minhota, Dabiel, Dúlia, totô e várias outras.
Vou tentar, aos poucos e sem muito critério, ir registrando por aqui as tiradas mais engraçadas, pra tentar não esquecer nunca mais.
15 abril 2012
08 novembro 2011
Da série "Meu filho é um gênio!"
Ele torce.
Adora bola e sempre que alguém fala "Gol", ele levanta os bracinhos e faz cara de safado!
Ok. Normal até aí, qualquer um faz.
A genialidade está em reconhecer o som "gou" dentro de uma palavra!
Sempre que ouve o verso da música "...quando Cabral chegou de Portugal, descarregou no Brasil..." ele levanta os bracinhos como faz com GOL!
Ai, que orgulho!
29 outubro 2011
Haja coração
Aproveito para contar o sustinho que o pequeno nos deu essa semana, logo cedo no café da manhã. Como fazemos todos os dias, levantamos os 3 por volta das 7 da manhã e fomos tomar café da manhã em família. Gabriel sentado em seu cadeirão junto à mesa e nós 2 preparando o café, torradas e a fruta dele. Café feito, depois do ritual fofo de sentir o cheirinho do pó de café (todo santo dia), servi minha caneca e coloquei na mesa.
04 julho 2011
Dou conta não
No momento estou devendo um post sobre o aniversário do meu filho (que já está bem adiantado nos rascunhos... porém nunca terminado, fotado e postado...), estou devendo um post da blogagem coletiva proposta pela Carol do What Mommy Needs, sobre consumo e maternidade conscientes... não consigo acompanhar as listas nem redes sociais que faço parte.
Por outro lado a casa está razoavelmente em dia, o trabalho correndo muito bem e minha família uma delícia como sempre.
Vou continuar devendo muita coisa, pois este mês promete e muito! Quem sabe eu pago um dia desses...
08 maio 2011
O primeiro dia das mães ou o dilema da escola
Combinei com meus amigos, que estão longe de suas mães, de fazer um almoção na casa da minha. E teremos duas novatas estreando em seu primeiro dia das mães.
Ano passado, nesta data, eu estava explodindo de grávida, já sem paciência de esperar tanto, já tava com 40 pra 41 semanas e já tinha dado de gravidez pra mim. Nem lembro exatamente o que fizemos, mas provavelmente foi um almoço com minha mãe.
Na sexta feira teve a festinha de dia das mães da escola do pequeno. De manhã foi a festa dos bebês, berçário I e II. 8h da matina estávamos lá, Gabriel achando tudo muuuinto estranho, ele estar ali aquela hora... ficou bem cabreiro e foi "liberado" de subir antes (a festinha era no segundo andar, onde ficam os bebês), ficou com a gente lá embaixo. Fomos autorizados a subir e chegando lá tinham almofadas pras mães sentarem no chão, um telão e o professor de música tocando "Fico assim sem você" de Claudinho e Buchecha (glirk) na versão de Adriana Calcanhoto... Cafoninha, porém fofo...
Eles cantaram uma música rotineira da escola e Gabriel ficou todo animado. Depois passaram um vídeoclip das crianças na rotina da escola e brincando com versos da música "Velha Infância", Tribalistas (glirk). Apesar da música batida, ficou bonitinho. Ok, tudo bem que era a turma do meu filho... A essa altura, todas as mães já tinham chorado um monte, todas de cara inchada e maquilagem destruída. Confesso que choraminguei também, vendo meu filhote tão feliz brincando no vídeo.
Aí veio a catástrofe... o professor de música resolveu cantar um "Parabéns" para as mães. Ne-nhu-ma nota certa, palmas desconjuntadas, um caos. Confesso que sofri um pouco nessa hora. Eu já tinha minhas considerações sobre as atividades "artísticas" desta escola, que pra mim são fundamentais para as crianças. Eu venho de uma família de artistas e trabalho na área desde sempre, então isso é um ponto muito importante na formação do meu filho. Mesmo não concordando com a proposta artística (paupérrima) da escola, resolvi matricular meu filho lá porque eles são extremamente cuidadosos e atenciosos com ele, não fazem nada que eu não autorize, enfim, uma série de motivos me fizeram optar por esta escola e não pelas outras 2 similares da região. Mas confesso que sofri com o professor de música. E muito. Eu trabalho com música há 7 anos, atualmente estou trabalhando com uma Orquestra Sinfônica e me vem o cara e não acerta "parabéns pra você"!!! Foi um pouco demais! Mas levei na esportiva, claro, e o pobrezinho virou motivo de piada o resto do dia... tadinho.
O motivo do meu dia das mães está uma coisa deliciosa, sorridente, "falante" e mais gaiato do que tudo nesta vida. Força risadinhas nas horas mais impróprias, enfia o dedo nos narizes desavisados e beija quem passar pela frente, da professora (que ganha 5 beijos a cada despedida) ao pintinho pulador e o adesivo de girafa...
Pretendo passar um dia bem colada nessa gostosura!
Feliz dia das mães!!!
04 maio 2011
Já tinha lido muitas experiências de outras mães na internet, da dificuldade em deixar o bebê para voltar ao batente e estava com um certo medo dessa situação.
Talvez pelo fato de termos ficado um bom tempo juntos, muito mais tempo do que licença maternidade, a separação aconteceu de uma forma muito tranquila para mim. Em momento nenhum me senti culpada por estar deixando meu filho "para outros criarem", ou qualquer coisa do gênero. Talvez também pelo trabalho ser muito bacana, numa função onde meu perfil se encaixa perfeitamente e em um grupo muito bom de se trabalhar tenha ajudado e muito nessa tranquilidade.
E é assim que estamos: eu muito feliz por ter voltado a trabalhar e ele se adaptando a esta nova realidade muito bem. Claro que ele não gosta do momento em que nos separamos. Ele fica na escola das 13h às 19h. Então de manhã fica com minha mãe, e na hora de deixar ele lá é escândalo na certa. Ficou o primeiro mês com ela pelas manhãs. Este mês o pai tá de férias, então eles estão se curtindo de montão e tem sido uma coisa linda de ver. Gabriel está rindo pro vento de tanta felicidade.
Imagino que a partir do mês que vem aumentarei o tempo dele na escola, para ir gradativamente passando ele para o horário integral e poder liberar minha mãe.
Ele continua mamando à noite e isso tem me deixado bem cansada e pensando em como implementar um desmame noturno. Algumas noites ele quer ficar pendurado um tempão no peito e isso acaba comigo. Ao mesmo tempo em que fico com pena de restringir as mamadas apenas para antes de dormir e ao acordar (e livre nos fins de semana, claro) e com um certo receio dele começar a pegar todas as viroses se parar de mamar tanto...
Tenho pensado muito sobre isso, sem chegar a nenhuma conclusão. Ao mesmo tempo em que gostaria de preservar esse chamego dele comigo, desejo muito uma noite de sono profundo e reparador. Ó, dúvida cruel.
Faltando quase dez dias, nem acredito que o bebê vai completar um ano. Ele cresceu tanto e ao mesmo tempo é tão bebezico. Foram tantas coisas nesse tempo. Tantas mudanças. Ainda não processei que ele vai fazer um ano, já.
Espero conseguir manter uma razoável freqüência por aqui, porque a vida real tá bombando!
15 abril 2011
Onze meses
Foi um mês corrido, apareceram vários trabalhinhos e uma oportunidade de emprego fixo novamente. Decisões a tomar, escolhas a fazer e fiz. Resolvi aceitar o trabalho - muito bacana, por sinal!! Para isso, tive que matricular o bebê na escola (odeio a palavra creche!)... visitei algumas opções e escolhi a com mais espaço, iluminada, que oferece a comida no cadeirão, enfim, a que me pareceu a melhor de todas, apesar de ser a menos "conhecida".
A adaptação foi relativamente tranquila e ele tem estado muito bem quando vou buscá-lo. Com os outros ele está comendo em maior quantidade, e também não está mais mamando a qualquer hora. Mama de manhã e à noite. Na hora que chego para pegá-lo na escola, ele SE JOGA nos peitos e não aguenta nem chegar em casa, precisa de um mamadão daqueles ainda na escola. Continua acordando à noite, o que tem me deixado mais cansada do que eu gostaria. Sabia que ia ser puxado.
Daqui a um mês ele faz um ano. E eu ainda não comecei a organizar a festinha... Meu deadline interno para começar esta produção é amanhã... a verdade é que já queria estar mandando os convites hoje. Mas nem o "tema" eu consegui decidir ainda...
Sei que este próximo mês vai ser mais rápido ainda do que todos os outros, muito trabalho pela frente, além da produção da nossa festinha (sim, porque somos dois aniversariantes!!), mas pretendo voltar a escrever com mais frequência, ou pelo menos tentar. Afinal, são tantos assuntos a abordar: o trabalho novo e seus desafios profissionais, as dificuldades da separação pós-grude-de-dez-meses, como minha relação com o trabalho mudou pós-maternidade, enfim, muita coisa.
Espero conseguir dar conta da vida e de tudo isso! Dou notícias.
15 março 2011
Dez Meses
Menos de dois pra fazer um ano
Ainda não consegui me organizar (olha só, logo pra uma produtora... tsc tsc) para fazer a festinha e já estou começando a me agoniar com isso.
Não cresceu nem engordou neste último mês. A orientação é tentar segurar as tantas mamadelas ao longo do dia, especialmente nas 2h que antecedem as refeições para ver se o rapaz come mais quantidade de comida.
Engatinha cada vez mais rápido e dá verdadeiras patadas no chão, chega a fazer barulho.
Aprendeu a imitar o barulho que o cachorro faz e é a coisa mais fofa do mundo fazendo "ouw" bem agudinho com a boquinha em formato de bico.
Adora onomatopeias dos animais.
Dá beijinhos na bochecha dos que pedem. Por beijinho, leia-se uma carimbada babada de um bocão aberto.
Está com mais fiapinhos de cabelo na careca a cada dia.
Continua acordando pelo menos 3 vezes por noite.
E tá cada dia mais gostoso!
Moderninha por aí - What Mommy Needs
Fui convidada para relatar minha experiência com o uso das fraldas de pano para a
Carolina Pombo, do blog What Mommy Needs, dentro da série "Mães que Contam".
Já acompanhava o blog e as discussões propostas por Carolina há algum tempo e fiquei super honrada com o convite.
Leiam lá e depois me contem o que acharam!!!
http://www.whatmommyneeds.net/2011/03/fraldas-lavaveis-nas-palavras-de-uma.html
13 março 2011
A difícil tarefa de ser bem atendida por serviços que você já pagou
É o fim da picada, o cúmulo, você pagar uma grana de plano de saúde e ter um tratamento tão pífio, ridículo e desumano que recebemos.
Durante o carnaval, meu filho teve uma crise de alergia e ficou com o corpo coberto por placas e manchas vermelhas. Tentei, sem nenhum sucesso, ligar para a pediatra que o atende pelo plano de saúde. Claro que ela não atendeu, afinal, era feriado, né?
Desde que fizemos o plano de saúde do Gabriel, eu procuro um pediatra bacana, que atenda com cuidado, seja atencioso e não seja remedista. De todos os que fui, esta atual foi a que me pareceu menos pior. Todas as vezes que tentei falar com ela em horário comercial, ela atendeu (várias vezes depois de insistir MUITO). Nunca tinha tido nenhuma emergência com meu filho, nunca precisei ligar à noite ou em finais de semana. Até agora. Passei 2 dias ligando, sem ser atendida ou ter algum retorno. Só consegui falar com ela, veja você, na quarta-feira de cinzas depois do meio-dia. Engraçado, né?
Essa é a regra geral. Médicos que trabalham com "volume" e não com gente. Atendimentos a jato, para dar tempo de caber muita gente na agenda do dia, para fazer valer os R$40,00 que recebem do plano... Mas a gente mesmo, não tem nada a ver com isso. Já pagamos - muito caro - por um SUS que não funciona e ainda precisamos de um sistema de saúde suplementar, também pago e também muito caro, que também não funciona. Triste e revoltante.
Isso porque foi uma simples alergia, que com um mero antialérgico resolveu em questão de horas. Agora avaliem a situação de uma pessoa que tem um problema mais sério, que precise ficar sob cuidados destes tais médicos, que tem sua vida colocada na mão de uma pessoa dessa. Dá agonia só de pensar. Sei que estou generalizando e que dá pra encontrar bons profissionais credenciados nos planos de saúde, mas é um garimpo e não é fácil.
Ao mesmo tempo, é precioso o atendimento de alguns médicos, que prezam pela saúde da pessoa de forma geral e que não se prendem a miudezas. Meu querido obstetra é assim. Fico muito feliz e grata por tê-lo encontrado. Atencioso, nunca deixa de atender o telefone, conhece as pessoas, sabe os nomes, tem aquele perfil de "médico de família". Durante o carnaval, foi ele que me atendeu ao telefone e conversou comigo sobre a alergia do meu filho. Diferentemente da pediatra, que não sabe meu nome, meu obstetra sabe o meu, o do meu filho e o do meu marido. É outra relação.
Não é à toa que ele seja tão querido e tenha pacientes homens, sendo ginecologista e obstetra (e acupunturista também). Dr. Sérgio, obrigada por tudo, sempre!
21 fevereiro 2011
a separação II - a missão
Eu li em algum lugar que não me lembro mais, que a criança só está "pronta" para se separar da mãe quando ela mesma tem autonomia para criar esse distanciamento físico, ou seja, se locomove por si mesma e sai por aí. Se é verdade ou não, se tem embasamento teórico ou não ou se é mera abobrinha, não sei. Mas o fato é que hoje a situação foi bem diferente. Deixei o menino na casa da avó às 7h30 e só voltei quase 16h. Pedi para não me ligarem, porque não poderia fazer absolutamente nada e só iria ficar ansiosa. Mas fui trocando mensagens com minha mãe ao longo do dia, mesmo sem acreditar muito que ela diria a verdade... hehe
Estava esperando um relatório de muito choro e reclamação, overdose de galinha pintadinha ou horas passeando na rua e quando chego, encontro um bebê dormindo, que passou um dia maravilhoso, sem crises ou ataques de choro, que comeu bem, riu e se divertiu o dia todo. Nem acreditei no acontecido! Que alívio!
Minha mãe, que não é boba nem nada, se armou bem e convenceu minha cunhada a ficar por lá para dar uma força na cuidação.
Ele vinha dando sinais de que isso poderia acontecer sem traumas, ficando com a minha mãe enquanto eu dava pequenas saídas. Mas confesso que fiquei surpresa como tudo rolou tranquilamente. Fui viajar sem um pingo de culpa, apenas atenta às possíveis reações dele. E ele me surpreende maravilhosamente bem, ficando ótimo e independente um dia inteiro. E sem mamar!!! Meu pequeno tá crescendo! Passou o dia sem mamar (mamou de manhã) e nem se atracou nos peitos quando me viu, só foi mamar depois do jantar, antes de dormir. Enfim, saldo da experiência super positivo! Foi bom "dar um tempo" da cria, tratar de outros assuntos, mudar de ares. Ah, a reunião foi excelente e promete bons desdobramentos. Aguardemos!
Te prepara, Vovó!!
17 fevereiro 2011
a noite e o sono
Entramos numa pegada noturna nada fácil, com direito a cama compartilhada na madrugada e peito megacompartilhado (?) porque num é mais apenas livre demanda isso, ainda não inventaram um nome... o menino depois das 3h da manhã, estando na minha cama, só quer saber de ficar acoplado na peita. Por ele fica tudo bem, ele dorme e descansa, acorda novinho em folha. Eu durmo muito mal, quase não consigo mudar de posição, acordo a toda hora e fico um bagaço o dia inteiro. Dia desses cheguei a ter febre por causa da privação de sono, furei com uma amiga e perdi um compromisso bacanérrimo.
Há algumas semanas abordo esse assunto com as pessoas, em busca de ouvir as experiências, as opiniões, sugestões e relatos. Todos entram na enquete: mães, babás, livros, especialistas (médicos - cof, cof...), pediatras, o porteiro do meu prédio...
Óbvio que não estou só nesse ávido desejo de uma noite de sono profunda e restauradora, é praticamente um desejo coletivo de mães. Aí a Anne escreve um texto maravilhoso sobre isso no Super Duper e eu me vejo lá, descrita, parece até que estamos vivendo a mesma coisa, com pequenos detalhes diferentes. Estou lá direto, brechando os comentários dos outros e vendo as sugestões. Outra amiga de praça também está no mesmo dilema, e o pediatra do filho dela orientou veementemente o desmame noturno. Eu já estava beeeem desconfiada de que a tal livre demanda chupeiteira tinha uma forte influência na quantidade de vezes que ele solicita uma mamoca à noite.
Não acho que no caso dele seja fome, acho que é só o chamego mesmo. Ele não está acostumado a pegar no sono (o primeiro sono da noite) mamando. Ele mama e depois adormece direto no berço (depois de passarmos por várias formas de embarcar a criatura, consegui implementar essa modalidade). Durante a madrugada, quando chora e dou o peito, aí sim, dorme mamando. Depois de pensar muito sobre o assunto, levantar diversas hipóteses e analisar as diversas opiniões, decidi tentar o desmame noturno.
Nunca tinha me passado pela cabeça desmamar o bebê, nem de noite nem de dia. Achava que só ia fazer isso muito lá pra frente e somente quando ele se mostrasse disposto a largar o peito. Mas depois de pensar bem sobre o assunto, acho que isso vai trazer muitos benefícios para todos.
Ainda não estou nem perto do desmame noturno, antes de interromper de vez estou tentando espaçar as mamadas, dando intervalos maiores - de pelo menos 3 ou 4h - entre elas. Ele dorme por volta das 19h/19h30 e mama antes de dormir. Tento "estabelecer" as próximas mamadas às 23h, 3h e 7h. Ren se encarrega de acolher/ninar/se virar com o pequeno quando chora fora desses horários. Estamos indo para a quarta noite de tentativa, e ainda não conseguimos muito resultado, mas percebo que as coisas parecem melhorar a cada noite. Não sei se essa opção de espaçar antes de cortar vai ser melhor pra ele, pra mim, pra alguém... mas me pareceu um pouco menos cruel tentar estabelecer esses intervalos do que deixar ele sem peito das 19h às 5h diretão, assim de cara.
Espero que surta algum efeito. Depois volto para contar.
15 fevereiro 2011
noves fora
Tanto tempo, ao mesmo tempo tão rápido que passou tudo desde que descobri que estava grávida.
Essa relação dos bebês e o tempo é muito doida mesmo. No final da gravidez, um mês demora séculos para passar, depois um dia pisca e lá se foi um mês inteiro. E eles crescem e aprendem coisas novas de um dia pro outro, ou em questão de minutos.
E Gabriel segue novidadeiro. Palavrinhas singelas no meio da noite, tipo um "mamã", que eu insistia que era um resmungo genérico, apenas mais algumas sílabas para seu vasto repertório de "tei tei", "dedé" - Dedé, aliás, era o protagonista de todos os papos até agora. Mas não, comprovamos o "mamã" durante o dia.
Então é oficial, primeira palavra: mamã!
Lindo, não?
Mas o fofo é esperto, logo limpou sua barra com o pai mandando um "papá" uns dias depois.
Também aprendeu a enrolar e estalar a língua.
De manhã reclama quando o pai sai para trabalhar, com direito a ensaiar um chorinho! Aí temos que levar o papai até a porta e ficar dando tchauzinho até ele chegar no elevador!
As noites poderiam estar sendo dormidas, mas não estão muito. Mas estou preparando outro texto só sobre isso. Aguardem notícias!
10 fevereiro 2011
cozinhando nas férias
Minha sobrinha Júlia veio passar uma semana de férias aqui e foi uma delícia, como sempre. Brincamos muito, fizemos nossas dancinhas, passeamos e resolvemos fazer um programa novo: cozinhar juntas.
Decidimos o "prato": panquecas americanas. Lá fui eu cavar as receitas... em casa só tinha as panquecas normais, fininhas. Aí fui pros meus blogs favoritos e achei uma receita ótima lá no Technicolor Kitchen.
Copiei à mão, né? Primeira receita tem que estar escrita.... Separei alguns ingredientes pra levar e no domingo de manhã fui para casa da minha mãe para fazermos juntas.
A receita é bem fácil e contamos com a especial ajuda do Ren para bater as claras em neve (sua especialidade!).
Não requer muita destreza e a única parte que requer maior supervisão é na hora de assar as panquecas. Tivemos um pequeno incidente, onde a mocinha encostou a lateral do dedinho na borda da frigideira - apesar de todo cuidado - e ficou um pouco chateada...
As panquecas ficaram LINDAS e deliciosas e foram servidas com geléia de morango, manteiga e mel para um seleto grupo de felizardos! A pequena ficou super feliz e eu mais ainda!
Ah, a receita é esta daqui! Nham!
